Novas mudanças na lei da laqueadura entrou em vigor em março de 2023.

Vamos falar um pouquinho sobre as mudanças na lei da laqueadura, que entrou em vigor agora em março de 2023.

– A idade para a esterilização foi de 25 para 21 anos para homens e mulheres com a capacidade civil plena, mesmo que não tenham filhos.

– Pessoas com 02 filhos vivos e mais de 18 anos também podem ser submetidas ao procedimento.

– A laqueadura poderá ser realizada durante a cesariana. Lembrando que continua sendo PROIBIDO a indicação de cesariana exclusivamente para realização de laqueadura.

– Não há mais necessidade de consentimento e assinatura do cônjuge.

– Em todos os casos descritos acima continua sendo necessário a assinatura do termo de manifestação da vontade de realização de contracepção definitiva, com assinatura no mínimo 60 dias antes do procedimento.

Especialistas orientam como escolher o esporte mais adequado para cada criança

A observação do comportamento e das habilidades de cada criança é um fator essencial no momento da escolha por um esporte ou exercício físico. Especialistas destacam os benefícios da prática regular de esportes por jovens e crianças.

Crianças focadas e que apresentam boa coordenação podem aproveitar ao máximo a prática de esportes coletivos, como o vôlei, futebol, basquete e handebol. Para as mais inquietas ou distraídas, a natação e o atletismo são opções recomendadas.

Os pequenos com disciplina e autocontrole podem render bastante em atividades como ginástica, balé, tênis ou artes marciais. Já os que têm muita força se dão bem em modalidades como o rúgbi e o boxe.

Recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), bebês que ainda não começaram a engatinhar podem ser motivados a alcançar objetos, segurar, puxar, empurrar e mover a cabeça, corpo e membros. Além de incentivar o desenvolvimento motor, as ações também reforçam os vínculos entre pais e responsáveis e os pequenos.

O incentivo à atividade também deve ser feito para as crianças de zero a 2 anos, mesmo que por curtos períodos, várias vezes ao dia. As que já conseguem andar sozinhas devem ser estimuladas fisicamente durante pelo menos 180 minutos, incluindo movimentar, rolar, brincar, saltar, pular ou correr.

Para as crianças de 3 a 5 anos são adequadas brincadeiras na água com acompanhamento, andar de bicicleta, jogos de correr ou com bola. De acordo com a SBP, também devem ser dedicados ao menos 180 minutos de atividades físicas distribuídas ao longo do dia, evitando tempo gasto em frente aos monitores.

Segundo a SBP, crianças e adolescentes de 6 a 19 anos devem acumular pelo menos 60 minutos diários de atividades físicas de intensidade moderada a vigorosa, que aumentam as frequências respiratória e cardíaca. Os especialistas destacam que atividades intensas ajudam no fortalecimento e desenvolvimento de músculos e ossos e devem ser feitas pelo menos três vezes por semana.

Cuidados antes de começar uma nova atividade
Considerar a afinidade com o esporte e respeitar o gosto individual de cada criança pode ajudar a aumentar o rendimento durante a prática. O tipo de esporte deve ser escolhido de acordo com a idade, o ritmo de crescimento, o desenvolvimento global e as habilidades de cada criança ou adolescente.

O médico ortopedista Pedro Baches Jorge recomenda atenção às questões de segurança com o objetivo de reduzir os riscos de distensões, luxações e fraturas. “As lesões nas atividades esportivas, na maioria das vezes, se devem a treinos incorretos, repetitivos onde há o excesso de atividades e falta de preparo adequado”, afirma.

A avaliação médica é um dos primeiros passos para começar uma nova atividade física, mesmo que a criança não apresente qualquer tipo de problema de saúde. Na consulta, serão analisadas características como peso e altura, força física, condições cardíacas, além de possíveis alterações no organismo durante o esforço.

Com a modalidade escolhida e a avaliação médica concluída, deve-se observar se o ambiente onde será realizada a atividade conta com medidas de segurança e equipe especializada. Nos esportes que exigem a utilização de equipamentos de proteção, como o skate e a patinação, a orientação sobre os itens deve ser feita de maneira didática, de modo que a criança compreenda a importância do uso.

O médico ortopedista Bruno Takasaki Lee afirma que as crianças devem usar roupas e calçados apropriados para cada esporte, além de manter a hidratação e o uso de protetor solar quando a atividade acontecer em ambientes externos.

“Os locais para prática de esportes não devem ser improvisados ou inadequados, pois isso aumenta muito o risco de lesões. É importante conhecer as regras do esporte, fazer aquecimento adequado e evitar treinamentos excessivos para sua idade e capacidade”, afirma Lee.

Font: https://www.cnnbrasil.com.br/

Covid-19 em bebês e crianças: sintomas e sinais de alerta

A grande maioria das crianças infectadas com o novo coronavírus tem sintomas leves ou moderados, parecidos com uma gripe ou resfriado, e não chega a ficar seriamente doente. A proporção de internações é bem mais baixa que nos adultos, mas ainda assim pode haver casos graves. E as crianças transmitem a doença para outras pessoas.

A vacina é a principal ferramenta de prevenção de casos graves de Covid-19, que exijam hospitalização. Vacinar todos os que convivem com a criança é uma boa estratégia, assim como imunizar a própria criança assim que a vacinação estiver disponível para a faixa etária dela.
Sintomas de Covid em bebês e crianças pequenas
Os sintomas da Covid-19 em crianças são parecidos com os nos adultos, com a diferença que em crianças eles costumam ser mais leves. Entre os sintomas mais comuns de Covid nas crianças estão:

Tosse
Nariz escorrendo
Dor de garganta
Febre
Falta de energia
Dor no corpo
Perda de olfato e paladar, e perda de apetite (em crianças pequenas a manifestação do sintoma é de repente a criança recusar alimentos)
Diarreia e outros incômodos gastrointestinais
Dificuldade respiratória, respiração ofegante
Muitos sintomas da infecção por coronavírus são semelhantes a outras doenças respiratórias, como gripe, resfriado e bronquiolite.

E não é incomum que a criança não apresente sintoma algum, na chamada infecção assintomática.

Veja as semelhanças e diferenças de gripe, resfriado e Covid-19.

Em caso de suspeita de Covid, o melhor a fazer é procurar atendimento médico para receber orientações.
A Covid é perigosa para bebês e crianças pequenas?
Bebês e crianças podem pegar o vírus, porém há bem menos registros de manifestação de sintomas graves de Covid nesta faixa etária em comparação com adultos e idosos.

Mesmo assim, o Brasil registrou milhares de casos graves de Covid em crianças e pelo menos 1200 mortes de crianças de 0 a 4 anos nos primeiros dois anos da pandemia. Cientistas e pesquisadores ainda estão coletando dados para saber se há efeitos de longo prazo do vírus em crianças.

Crianças com problemas crônicos de saúde correm mais risco de ter Covid grave. Entre os problemas estão obesidade, anemia falciforme, cardiopatias congênitas, asma, diabete, síndromes genéticas e doenças que comprometem a imunidade.

Há casos de crianças e adolescentes expostos à Covid-19 que tiveram que ser hospitalizados com uma condição descrita como síndrome multissistêmica inflamatória (inflamação de vários órgãos internos, SIM-P na sigla em português e MIS-C na sigla em inglês). É uma complicação grave da doença, que exige a internação em UTIs (unidades de terapia intensiva).

Essa síndrome pode aparecer até em crianças que foram assintomáticas para a Covid ou tiveram casos bem leves. Os sinais de alerta são:

Febre por mais de 24 horas
Dor de barriga, diarreia e/ou vômito
Dor no pescoço
Pressão ou aperto no peito
Erupções na pele ou mudança na cor da pele
Olhos vermelhos
Falta total de energia
Dificuldade para respirar
Confusão mental
Dificuldade de acordar ou de ficar acordado
Lábios e rosto azulados ou arroxeados
Procure atendimento médico logo se a criança se sentir mal com esses sintomas após uma infecção recente por Covid ou contato com pessoas com Covid há até dois meses. Leia mais sobre quando saber se se trata de uma emergência médica em bebês e crianças pequenas.
O que fazer se houver suspeita de Covid na criança?
Procure atendimento médico para receber orientações sobre os cuidados. Vários planos de saúde, unidades básicas de saúde e outros serviços estão oferecendo algum tipo de atendimento inicial à distância, que já podem identificar se há sinais de ser um caso mais severo.

É importante manter a criança e o restante da família que mora com ela afastados de outras pessoas, na medida do possível. Quando há uma pessoa com Covid-19 em casa, supõe-se que as outras também tenham pegado, por isso é importante que só saiam em caso de necessidade, e usando máscara de boa qualidade. O isolamento recomendado para quem está doente é de pelo menos sete dias a partir do início dos sintomas.

Especialistas recomendam que se trate qualquer mal-estar ou doença como Covid-19, iniciando o isolamento e não mandando a criança para a creche ou escola até que haja definição do diagnóstico.

Se houver algum caso confirmado de Covid na família que convive com a criança, e ela estiver com sintomas, é provável que nem seja preciso fazer teste para confirmar o diagnóstico. Mas, se não houver outros casos na família, e a criança frequentar a escola ou creche, o ideal é que seja testada se ficar doente, inclusive para que ela e os familiares evitem o contato com outras pessoas.

O exame para detectar uma infecção atual pelo novo coronavírus é feito com a secreção nasal ou a saliva. O teste mais preciso é o RT-PCR, feito em laboratórios e estabelecimentos de saúde, mas com resultado que pode demorar mais de um dia. Os testes rápidos de antígeno estão disponíveis em farmácias, com resultado imediato.

Um exame de antígeno ou RT-PCR positivo indica que se trata de uma infecção de Covid-19. Já o negativo pode ser falso-negativo, principalmente se não houver sintomas e se tiver sido feito muito perto do momento da infecção.
Como é o tratamento para a Covid-19?
Os cuidados são apenas para alívio dos sintomas, como num resfriado comum.

No que diz respeito ao tratamento e a medicamentos, os mesmos cuidados que se aplicam a qualquer doença infantil devem ser seguidos: não dê nada sem indicação médica específica para o caso do seu filho e tampouco deixe de dar um remédio que ele já usava sem falar antes com um profissional de saúde.

Corticoides inalatórios, como para asma, não devem ser suspensos: entre em contato com o médico para saber se é necessário algum ajuste na medicação.

Caso precise levar o bebê ao pronto-socorro, hospital, posto de saúde ou consulta, tente avisar antes, ou comunique logo ao chegar, que se trata de possível caso de Covid-19. Use máscara. Crianças de menos de 2 anos não devem usar máscaras.
Sinais de alerta na saúde do bebê com Covid ou síndrome gripal
São sinais de dificuldade respiratória e exigem atendimento médico de urgência qualquer um dos seguintes:

Coloração azulada na região da boca e extremidades dos dedos
Mais que 60 respirações por minuto
Barulho ao respirar
Narinas alargadas
Pele que afunda nas respirações, em cima da clavícula ou entre ou abaixo das costelas (tiragem)
Parecer ofegante
Assobio, tosse ou som estalado ao respirar
Ficar prostrado, sem energia, mesmo quando a febre abaixa
Obs.: Febre em bebê de menos de 1 mês é sempre uma emergência e precisa ser verificada. Bebês de menos de 3 meses também precisam ser avaliados, de preferência no mesmo dia, em caso de qualquer febre. Caso um bebê de menos de 3 meses tenha febre, desagasalhe-o um pouco, espere meia hora e volte a medir a temperatura. Se continuar acima de 37,8 graus Celsius, busque atendimento médico.
Quando crianças pequenas vão poder tomar vacina contra a Covid?
No Brasil, a vacinação está sendo realizada para todas as crianças a partir de 3 anos. A imunização de bebês a partir de 6 meses foi aprovada pela Anvisa em setembro de 2022 e as doses iniciais estão sendo destinadas a crianças com comorbidades, incluindo cardiopatia congênita e síndrome de Down.

As vacinas são seguras e reduzem muito o risco de doença grave. Estudos mostram que em adolescentes a vacina também diminui a chance de ter a síndrome inflamatória multissistêmica (SIM-P).

Tanto grávidas quanto mães que amamentam transmitem os anticorpos criados pela vacina para os bebês, o que ajuda a protegê-los.

Enquanto não há vacina disponível para todos os bebês e crianças bem pequenas, a melhor maneira de resguardá-los é garantindo que todas as pessoas que os cercam estejam vacinadas.

Leia tudo sobre a vacina contra o novo coronavírus
Além da vacina, que medidas são mais eficazes para evitar a infecção pelo coronavírus em crianças?
O coronavírus se alastra pelo ar, por minúsculas gotículas de saliva ou de outras secreções respiratórias lançadas quando uma pessoa infectada respira, fala, espirra ou tosse, e que ficam em suspensão por longos períodos, principalmentes em ambientes fechados.

Medidas simples podem ajudar você a proteger sua família, além de o resto de sua comunidade. Entre elas estão:

Evitar lugares fechados, sem ventilação, em que haja outras pessoas que não morem com você.
Preferir atividades ao ar livre.
Usar máscaras eficazes se precisar ter contato com outras pessoas em ambientes fechados ou de risco. Crianças de menos de 2 anos não devem usar máscara de pano. Veja como ensinar uma criança pequena a usar máscara.
Não chegar perto de qualquer pessoa que esteja com nariz escorrendo, tossindo, espirrando ou com qualquer mal-estar.
Lavar as mãos com frequência.
Ensinar crianças desde pequenas a lavar as mãos direito.
Não compartilhar objetos de uso pessoal como talheres, copos, pratos, garrafas de água, maquiagem.
Não assoprar a comida do bebê e das crianças.

“Desde que não haja sintomas, a ida à escola deve ser incentivada”, afirma o pediatra Fábio Picchi. Ele ressalta os malefícios do afastamento muito prolongado do ambiente escolar: “Distúrbios emocionais como ansiedade, agressividade e depressão, dietas inadequadas, sedentarismo, aumento de acidentes domésticos, entre outros”.
A mãe pode amamentar e cuidar do bebê se estiver com Covid-19?
A orientação dos especialistas é manter a amamentação se a mãe tiver Covid. É recomendado que ela use máscara eficiente.

“Os benefícios conferidos pela amamentação, no sentido de proteção a doenças, são maiores que o risco envolvido na mãe positiva para o coronavírus”, diz o pediatra Fábio Picchi.

Para minimizar riscos, procure:

Lavar as mãos antes de encostar no bebê ou em itens do dia a dia, como roupinhas, chupetas, mamadeiras, lençóis, cobertores.
Considerar ordenhar o leite materno e pedir para outra pessoa dar para o bebê. É fundamental, nesse caso, que tanto o leite materno ou a fórmula de leite sejam oferecidos em copinhos ou mamadeiras bem esterilizados. O mesmo vale para bombinhas de leite.
Se você estiver com Covid-19 ou suspeita, o bebê deve ser monitorado para quaisquer sinais ou sintomas da doença. Conforme foi dito anteriormente, a maioria dos casos não chega a ser grave, porém, caso o bebê venha a desenvolver sintomas mais sérios, é preciso buscar ajuda o quanto antes. Preste atenção também à sua saúde, pois há relatos do agravamento da doença no período de até 45 dias pós-parto.

Fonte: https://brasil.babycenter.com/

Tudo sobre sinusite em crianças

O que é sinusite?
Conceitualmente, a doença é definida como uma inflamação dos seios nasais. Essas estruturas ficam dentro do nosso crânio, logo atrás do nariz. Por essa razão, a dor e a vermelhidão na face são uma das queixas.

Para eliminar o micro-organismo invasor, secreções começam a ser produzidas com células de defesa, as quais provocam uma cor amarelada ou verde, conhecida popularmente como “catarro”.

Vários outros sinais e sintomas podem aparecer durante o quadro, como:

febre;
dor de cabeça;
mal-estar;
cansaço;
tosse durante a noite, entre outros.

Quais são as principais causas de sinusite?
Não há uma causa única para sinusite, porém, podemos classificá-la em 4 tipos principais:

Viral
Bacteriana
Alérgica
Inserção de corpo estranho

Quais as diferenças entre a sinusite aguda e a crônica?

Praticamente todas as doenças respiratórias se apresentam de duas formas:

aguda: começa de repente e se cura espontaneamente ou com o tratamento. Não dura mais do que duas semanas;
crônica: a criança apresenta vários quadros repetidos, os quais praticamente nunca se resolvem com o tratamento usual das formas agudas.

Como tratar a sinusite em criança logo no início?

Nebulização
Bolsa de água quente
Alimentação

O que fazer se não houver melhora?
Algumas situações devem chamar a atenção dos pais, como:

ausência de melhora do quadro no prazo de dez dias;
uma piora significativa dos sintomas, com o surgimento de inapetência, febre alta e prostração intensa;
em poucos dias após uma melhora importante, houver o ressurgimento das queixas.

procure a ajuda médica novamente para que o pediatra indique um tratamento resolutivo.

Portanto, todos os pais e responsáveis devem saber como tratar sinusite em crianças nos casos mais leves. Afinal, provavelmente, os filhos podem apresentá-la várias vezes aos anos. Muitas medidas podem ser tomadas em casa, mas é preciso muita observação e, em caso de qualquer sinal de alarme, a criança deverá ser levada ao médico o quanto antes.

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www.draflaviaparedes.com.br

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10 atividades para fazer com as crianças nas férias.

Sugestões para inspirar a criatividade e auxiliar no planejamento das férias.

As crianças estão de férias e cheias de energia para gastar. Que tal usar esse tempo para aproveitar mais a companhia delas e fazerem programas simples, mas que no meio da rotina vocês acabam fazendo pouco?

Selecionamos dez sugestões que podem inspirar a criatividade e auxiliar no planejamento das férias. Só tome cuidado para não sobrecarregar a criança com compromissos!

Filmes
Ir ao cinema é um passeio delicioso e geralmente férias escolares acontecem várias estreias de filmes infantis. Confira a programação e separe um dia para levar os pequenos.
Ver um filminho em casa também pode ser um ótimo programa. Por que não convida a família toda para assistir uma comédia e darem boas risadas juntos? Deixe o ambiente escurinho e bem aconchegante, com almofadas, pipoca ou outros petiscos.

Leitura
Incentive a leitura nas férias. Leia junto, vá a livrarias, compre um livro novo e experimente levá-lo a uma biblioteca. Com tanta tecnologia a mão, existem muitas crianças que nem conhecem uma biblioteca. Mostre o local, conte como você usava e ensine-o a pegar um livro emprestado. Criança adora uma novidade!

Brincadeiras
Estimule brincadeiras que mantenham as crianças longe da tecnologia. E eles vão adorar ter a sua companhia.
Que tal reunir a criançada e ensinar uma brincadeira nova? Tem muitas brincadeiras do seu tempo que elas não conhecem e com certeza vão adorar. Empinar pipa, pular amarelinha, pular elástico, queimada, peteca e jogos de tabuleiro são algumas opções.

Viagem
Se for possível, dê uma escapadinha e faça uma viagem com a família. Mesmo que seja curta, é uma ótima oportunidade de conhecer novos lugares, novas culturas, curtir a família, se divertir e gastar muita energia. As crianças (e você) vão voltar cheias de histórias e com gás renovado.

Amigos
As crianças adoram ter a companhia dos amiguinhos nas brincadeiras. Combine com os pais para os pequenos se reunirem algumas tardes, intercalando as casas.
Dá até pra combinar uma noite do pijama!
Supervisione as brincadeiras, faça lanchinhos e

Organização
Convoque o pequeno pra uma “geral” no quarto. Organizem brinquedos, armários, gavetas e separem o que pode ser doado. Assim ele entende a importância da organização, limpeza e de desapegar de coisas que já não são úteis.

Mão na massa
Leve o pequeno para a cozinha e preparem uma receita juntos. Além de divertido, ao incluir a criança nessa tarefa, é possível explorar outros sentidos além do sabor. Isso ajuda a construir associações positivas com os alimentos. Além disso, há muitas lições que podem ser ensinadas durante o preparo dos pratos. Conceitos matemáticos como contagem, medição e frações podem ser exemplificados ao observar uma receita. E seguir uma receita do começo ao fim ajuda a construir as habilidades para planejar e completar projetos.

Passeios ao ar livre
É importante tirá-los de casa durante as férias também. E os passeios ao ar livre ajudam a gastar energia, ter contato com a natureza, se divertirem e aprenderem coisas novas.
Procure praças, parques, zoológicos, bosques, sítios ou opções viáveis para vocês e programe como se divertirão. Vale andar de bicicleta ou patins, se arriscar no skate, fazer caminhadas, piqueniques e muitas outras atividades.

Passeios culturais
É muito importante apresentar locais, programas e trabalhos culturais e artísticos para as crianças. Para conhecer, inspirar, expandir a mente e as possibilidades.
Visitem um museu, uma exposição de arte ou de fotografia, vá ao teatro, ao cinema, a uma apresentação musical, de dança ou a um show. Existem bem perto de você tantas formas de cultura e arte que talvez tenham explorado pouco, que tal mudar isso e se surpreender?

Cursos
Por que não aprender algo novo nessas férias? Com tempo sobrando, esse é um momento ótimo.
Peça para o pequeno escolher uma atividade nova para se exercitar, como um esporte, um curso de desenho, de dança, etc.
Ele pode descobrir um novo prazer e continuar praticando mesmo após as férias.

 

Fonte: https://unimedbatatais.com.br/noticias/10-atividades-para-fazer-com-as-criancas-nas-ferias-

Crianças x chocolates: dicas para aproveitar a grande estrela da Páscoa

É inegável que o chocolate está entre as delícias favoritas das crianças – e por melhor que seja a alimentação da família, quando chega a Páscoa é quase impossível resistir ao doce. O equilíbrio, no entanto, é essencial: da idade à quantidade correta, os pais precisam estar atentos para que essa data especial não acabe em transtornos.

Saiba como o pequeno pode aproveitar sem colocar a saúde em risco.

– Chocolate tem idade?
Não deve ser consumido antes dos dois anos.

– O tipo certo de chocolate:
Se o seu pequeno tem mais de dois anos ele pode aproveitar o chocolate sem grandes riscos, no entanto, é bom ter cautela na hora de fazer a escolha. “Mesmo o chocolate branco tem cacau, mas o ideal é optar sempre pelo marrom, sem muitas firulas – deixando de lado os coloridos ou que misturem outros ingredientes, já que existe um risco maior de alergias e desconfortos gastrointestinais”

– Ingestão sem excessos
Mesmo fazendo a melhor escolha, é bom lembrar que tudo o que é demais pode ser prejudicial – então controle as quantidades.

– Invista em boa alimentação
O doce é bem-vindo, mas é preciso equilibrar com boas escolhas e, claro, deixar para o momento certo do dia: “O chocolate é um alimento forte, então ele pode tirar o apetite. Deixe o consumo para a sobremesa de alguma das refeições principais

Tire o foco dos doces
Não precisamos fazer com que a data seja só sobre doces, e esse é um costume que pode ser mudado.

Não caiu bem, e agora?

É normal ter algum tipo de desconforto estomacal e até episódios de vômito – e não é preciso se preocupar em excesso. Caso aconteça, invista em alimentação leve e ingestão de água. “Já se a diarreia for persistente ou o vômito for forte e se repetir é preciso procurar um hospital.

Fonte: https://fastlife.fastshop.com.br/criancas-e-chocolates-dicas-para-pascoa/