Receita para crianças: muffin de maçã

Os bolos são sempre um sucesso em casa, não é verdade? Melhor ainda quando são, além de saborosos, saudáveis! Por isso mesmo, nós testamos e aprovamos uma receita que vai deixar todo mundo com água na boca: é o Muffin de Maçã! Esta receita é simples de fazer, rende até nove porções e, com certeza, vai conquistar a família toda. Então, prepare os ingredientes e convide o pequeno para te ajudar a preparar esta deliciosa receita!

Você vai precisar de:

1 xícara e ½ de farinha de trigo
½ xícara de açúcar mascavo
3 ovos
1 maçã grande
¼ xícara de óleo
½ colher (chá) de canela
1 colher (sopa) fermento químico

Modo de fazer:

Descasque e pique a maçã em pequenos cubinhos. Reserve.
No liquidificador, coloque a casca da maçã, os ovos e o óleo. Bata bem até triturar toda a casca.
Em uma tigela, junte a farinha de trigo, o açúcar, a canela e o fermento químico. Misture.
Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até dissolver toda a farinha, formando uma massa homogênea.
Em seguida, junte a maçã picada, misture bem e acomode a massa em forminhas de muffin untada (ou com forminhas de papel) e leve ao forno pré-aquecido a 200°C, por cerca de 30 a 35 minutos.

Observação: Se você não tiver as forminhas de muffin, não se preocupe! Basta improvisar com uma forma pequena de bolo.

 

Fonte: https://leiturinha.com.br/

Semana Mundial do Aleitamento Materno: entenda os benefícios da amamentação para toda a sociedade

Com o tema “Apoie a amamentação: proteger o futuro é um papel de todos”, o Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (4) uma campanha de incentivo à amamentação.

A campanha marca a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2020, que ocorre na primeira semana de agosto, em mais de 150 países.

O objetivo do ministério é mostrar que os benefícios da amamentação alcançam não só a mãe e o bebê, mas também, a sociedade e todo o planeta.

A amamentação reduz em até 13% a mortalidade de crianças menores de 5 anos e diminui o risco de a mulher desenvolver câncer de mama em 6%.

Especialistas garantem que crianças amamentadas têm menos alergias, infecções, diarreias, doenças respiratórias e otites. As chances de desenvolver obesidade e diabetes tipo 2 são menores, e elas possuem melhor desempenho em testes de inteligência. Quando adultas são mais saudáveis e produtivas.

De acordo com o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani) do Ministério da Saúde, 53% das crianças menores de cinco anos no Brasil são amamentadas no primeiro ano de vida. Entre as menores de seis meses, o índice de amamentação exclusiva é de 45,7%. Já entre as menores de quatro meses, o índice é de 60%.

O estudo, feito em parceria com a Fiocruz e com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), avaliou cerca de 14,5 mil crianças brasileiras de 0 a cinco anos entre fevereiro de 2019 e março de 2020.

 

Fonte:  https://radioagencianacional.ebc.com.br/

Alerta sobre queimadura por álcool gel em crianças.

Mãe faz alerta sobre queimadura no olho do filho por álcool gel: “Imaginava que poderia arder, mas não fazer esse estrago”
‘Ele tremia de dor’, lembra a mãe do pequeno Bento, de 5 anos

A pandemia de coronavírus tornou usual um comportamento que, sem o cuidado adequado, pode causar repercussões graves. Um post feito esta semana por uma mãe que relatou uma queimadura na córnea do filho após contato com álcool gel viralizou e levantou o alerta sobre a necessidade de atenção com o uso do produto em crianças.

Bento tem 5 anos e na última sexta-feira, 17 de julho, foi higienizar as mãos com álcool gel 70%, como faz usualmente. A pressão na válvula do frasco, porém, fez com que o produto espirasse em seu olho. “Ele chorou muito. Corri lavar com água corrente, a princípio tratei como se fosse xampu ou sabonete, mas não melhorou. Ele continuava chorando e até tremia de dor, e me pediu que levasse ele ao médico”, conta a mãe Camila Mendes.

O médico identificou uma extensa queimadura na córnea de Bento. Ele precisou ser sedado para a retirada do resíduo e foi medicado. À Crescer, Camila ressalta que não sabia que o álcool poderia queimar a córnea de seu filho. “Imaginava que se caísse nos olhos poderia arder, mas não fazer esse estrago.”

Bento já está em recuperação, em casa, mas ainda não consegue abrir o olho ferido. Três dias depois do acidente, em 20 de julho, comemorou em casa o seu aniversário de 5 anos, e pareceu nem se importar com o tampão necessário para conseguir abrir o outro olho e cantar parabéns. “Ele está melhorando, e hoje [21 de julho] parece ter aprendido a abrir um olho só”, brinca a mãe. “Espero que a nossa história sirva de alerta para outros pais, para tomarem cuidado com o álcool”, completa.

Alerta aos pais

De acordo com a Dra. Patrícia Ferraz Mendes, oftalmologista do Hospital Infantil Sabará, há riscos no álcool em gel quando em contato com os olhos ou a boca – locais sem a proteção da pele. Nestes casos, é possível que haja queimaduras, como no caso de Bento, ou até uma intoxicação no caso de ingestão, a depender da quantidade.

“O álcool usado nessas formulações tem como maneira de matar os germes a agressão das proteínas e lipídios de suas membranas celulares. Ocorre que essas proteínas e lipídeos também compõem as nossas células. Na pele, a lesão não ocorre pois temos a queratina como barreira de proteção. Porém, na boca ou nos olhos a ação torna-se direta, causando lesões tipo queimaduras químicas.

Nos olhos, as queimaduras podem causar desde uma conjuntivite até lesões extensas e graves na córnea, como ocorreu com Bento.

Por conta disso, a recomendação é que o álcool gel seja usado apenas por crianças que já tenham compreensão de que não podem colocar as mãos na boca ou nos olhos. Ainda assim, o uso deve ser sempre supervisionado e orientado por um adulto.

Para as crianças, a melhor alternativa para a higiene das mãos é sempre a lavagem com água e sabão. O álcool gel deve ser usado apenas quando não é possível lavar as mãos.

Outra dica é nunca deixar frascos e vidros ao alcance das crianças para evitar manipulações indevidas e não supervisionadas.

E sempre importante lembrar: caso o produto caia nos olhos, lave com água corrente ou soro fisiológico e procure um oftalmologista para avaliar a extensão do quadro e o tratamento adequado.

Fonte: https://revistacrescer.globo.com/Saude/noticia/2020/07/mae-faz-alerta-sobre-queimadura-no-olho-do-filho-por-alcool-gel-imaginava-que-poderia-arder-mas-nao-fazer-esse-estrago.html

 

Disfunção miccional e evacuatória na infância

A disfunção miccional ou evacuatória em crianças consideradas neurologicamente normais pode acontecer em qualquer idade, o mais comum é após o período do desfralde, podendo se postergar até a adolescência. A aquisição da continência urinária durante o dia ocorre na maioria das crianças até os 4 anos de idade e a noturna até os 5 anos de idade. Após esta idade, qualquer queixa deve ser investigada.

Os distúrbios mais comuns são a enurese, a infecção urinária de repetição, a bexiga hiperativa e a constipação intestinal.
A enurese é a perda involuntária de urina durante o sono, o famoso xixi na cama. A maioria das crianças adquire o controle da micção até os cinco anos de idade. No caso disso não acontecer a enurese passa a ser um problema na socialização da criança também. Nesse contexto, além das disfunções fisiológicas, a criança pode desenvolver medo, vergonha e sentimentos que acabam afetando ainda mais o quadro. Quando a criança fizer xixi na cama, antes de puni-la, observe, analise a freqüência com que isso acontece, dê apoio. O ambiente familiar deve ser o suporte emocional para esta criança adquirir sucesso no seu tratamento. Punir nunca é uma boa solução.

Durante a noite temos uma alta produção de urina, pois nos falta o hormônio anti-diurético cuja responsabilidade é equilibrar e regular a quantidade de urina e associado a isso, existe a dificuldade da criança de acordar durante a noite quando a bexiga está cheia. Esses dois fatores combinados acabam fazendo com que a criança faça xixi na cama. Quando associado a hiperatividade da bexiga (desejo urgente de urinar) é comum a criança apresentar a perda de urina também durante o dia. Cabe ressaltar que filhos de pais que perdiam urina tem maior probabilidade de sofrerem de enurese.

A infecção urinária se torna muito comum pelo fato de a criança beber pouca água, sentar errado para urinar (não favorecendo o relaxamento muscular) e o principal: postergar a ida ao banheiro, pois algumas crianças preferem brincar do que ir urinar.

O quadro de bexiga hiperativa acontece quando a criança vai ao banheiro muitas vezes ao dia. Normalmente ela precisa interromper tarefas para urinar, com intervalos curtos entre as micções e muitas vezes com pouca urina. Pode acontecer também de não conseguir segurar o xixi e molhar a calcinha ou a cueca antes de chegar ao banheiro. Isso acontece porque a bexiga se contrai de forma desordenada, despertando a vontade de urinar mesmo que tenha pouco volume de xixi.
A incontinência fecal e ou constipação são muito comuns nas crianças que não tem hábitos comportamentais e dietéticos saudáveis. Uma característica comum da constipação é a criança voluntariamente reter as fezes e isso modifica o ato defecatório normal. O acumulo das fezes pode gerar alteração da motilidade de todo o sistema gastrointestinal. Isso faz com que o trânsito no trato intestinal se torne lento e as fezes fiquem ressecadas. A persistência deste comportamento, muda a função muscular do assoalho pélvico levando a uma incoordenação, com contração muscular ao invés do relaxamento no momento de defecar. No caso da constipação, no ato da evacuação com as fezes ressecadas, a criança pode sentir dor ou mesmo ter alguma fissura ou trauma na região anal. Isso faz com que a criança passe a sentir medo de ir ao banheiro, fazendo com que o comportamento se repita e o quadro se agrave.

Uma indicação muito importante é a posição de evacuar e urinar, a criança deve estar sentada e relaxada para que seja um processo completo, o ideal é a compra de redutores de vaso sanitário e apoio para os pés quando ela faz uso de uma privada convencional e sempre verificar se essa criança fez o xixi e o cocô completamente ou se já saiu correndo sem terminar.
Alguns dos recursos da fisioterapia utilizados para tratar essas disfunções sao: o treinamento muscular do assoalho pélvico focado em relaxamento muscular, eletroterapia, alarme noturno e terapia comportamental (uroterapia). O tratamento se dá de forma lúdica e adaptada para cada caso. As sessões são individuais, tem duração de 45-50 minutos e ocorrem com frequência semanal dependendo do caso. Nenhum procedimento é invasivo ou doloroso para a criança. É importante que o fisioterapeuta realize uma avaliação detalhada para definir as melhores técnicas a serem utilizadas. O objetivo da fisioterapia pélvica é melhorar a condição social, restabelecer um padrão miccional próximo da normalidade, prevenir lesão renal, além de resgatar a autoestima da criança.

Vale lembrar que o tratamento necessita da participação e atenção ativa dos pais ou responsáveis para que se tenha sucesso, além disso deve-se realizar uma avaliação com o uropediatra, gastropediatra ou o nefropediatra a depender de cada caso.

 

Fonte: http://fisiopelve.com.br/

UFPB lança e-book com jogos e receitas para fazer junto com crianças na quarentena

Material é gratuito, está disponível para download e foi produzido por professores e estudantes dos cursos de gastronomia e de nutrição.

Professores e estudantes dos cursos de gastronomia e de nutrição da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com nutricionistas especialistas na área materno-infantil, lançaram o e-book “Gastronomia Divertida”, com receitas para fazer junto com crianças na quarentena, devido à pandemia do novo coronavírus. O material é gratuito e está disponível para download.

O livro digital traz jogos e brincadeiras sobre educação alimentar e nutricional e instruções para uma alimentação saudável, por meio da preparação de sucos, de doces e de salgados nutritivos. Ao longo das páginas, será possível encontrar receitas de hambúrguer de banana e brusqueta nordestina, bolinhos, cremes, tortas, sorvetes e as curiosas pizzqueca e bomba doce de tapioca.

“O e-book mostra receitas saudáveis e divertidas para fazer junto com as crianças e contém brincadeiras e joguinhos para que, através deles, as crianças possam aprender conceitos importantes sobre educação alimentar e nutricional”, explicou Noádia Rodrigues, professora de higiene dos alimentos do departamento de gastronomia, vinculado ao centro de tecnologia e desenvolvimento regional da UFPB.

De acordo com a docente, mesmo durante o isolamento, momentos de alegria podem ser compartilhados e a cozinha pode ser um espaço de descobertas, brincadeiras, troca de experiências e oportunidade para tornar os dias mais divertidos. As práticas alimentares, segundo Noádia Rodrigues, devem envolver toda a família.

“A alimentação saudável é fundamental para a promoção da saúde das crianças. É preciso ofertar a elas uma alimentação variada e nutritiva, pois muitas consomem alimentos de alta densidade energética, ricos em gordura, açúcar e sal e possuem um baixo consumo de frutas, vegetais e alimentos integrais”, alerta a professora.

Conforme o e-book, uma alimentação desequilibrada pode determinar um estado de saúde precário na infância e refletir em doenças crônicas não transmissíveis na vida adulta, além de resultar em excesso de peso e obesidade.

Conforme os pesquisadores, as receitas e brincadeiras foram testadas e aplicadas em escolas e creches dos municípios de Cabedelo e João Pessoa, na Paraíba, durante o desenvolvimento de projetos de extensão que tiveram o objetivo de promover educação nutricional para estudantes.

Além da professora Noádia Rodrigues, também são autores do e-book as nutricionistas Geovanna Paiva e Jéssica Rodrigues e os estudantes France Silva, Dione Lima, Elcio Garcia Júnior e Rafael Alves.

Fonte: https://g1.globo.com/

Educação a distancia e os desafios para papais e mamães

Educação a distância impõe novos desafios às famílias. Uma das consequências mais sentidas pelas famílias brasileiras com a pandemia de Covid-19 foi a suspensão de aulas presenciais nas escolas, pois além das atividades profissionais e domésticas, mães e pais estão tendo de assim assumir algumas vezes o papel de professores.

Educação e saúde sempre andam lado a lado!

Confira essas dicas que podem ajudar papais e mamães a lidarem com a educação à distância das crianças:

– Tente estabelecer uma rotina, mas seja flexível, é um período de adaptação que exige calma de todos.
– Monte um cantinho do estudo. Se possível, separe um espaço da casa e dedique ao estudo e aulas, vale até vestir o uniforme para frequenta-lo.
– É normal que a criança exija mais tempo e atenção dos pais, pois estão longe do contato com os amigos e professores.
– Se possível, proponha uma ‘live’ com a família dos amiguinhos do seu filho, isso pode amenizar a saudade das crianças e fazer que elas percebam que todos estão passando pelo mesmo momento.
– Reserve um tempo exclusivo para brincar com os pequenos, para que eles entendam o horário em que os pais precisam trabalhar.
– Não se sinta mal por não dominar conhecimentos das disciplinas. Lembre-se que a tarefa ensinar conteúdo escolar não é dos pais, mas da escola. Não precisamos assumir o lugar formal de professor em casa.
– As crianças já entenderam que é um momento diferente, que a rotina mudou, faça com que elas participem da rotina da casa, como arrumar, limpar e cozinhar.
– Cuidado com o tempo de exposição às telas, lembre-se que na escola a criança além de ter aula, ela brinca, conversa com os amigos, vai para o recreio e tem outras atividades.
– Se as atividades da escola estiverem sobrecarregando a rotina, converse com professores e direção, eles podem ajudar vocês nesse momento complicado.

 

Fonte: https://www.instagram.com/