Guia de atividades e brincadeiras para famílias fazerem em casa é disponibilizado pela UFPB

Guia ‘Famílias Brincantes’ tem atividades e brincadeiras para incentivar as famílias a brincarem em casa, durante pandemia do novo coronavírus.

Um guia com atividades e brincadeiras para famílias usarem durante o período de distanciamento social foi desenvolvido pelo Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Segundo a UFPB, o projeto visa auxiliar as famílias usuárias da brinquedoteca da instituição.

Baixe o Guia Famílias Brincantes

Guia Famílias Brincantes, com atividades e brincadeiras para incentivar as famílias a brincarem em casa, foi desenvolvido por estudantes vinculados ao projeto de extensão “Brinquedoteca: ampliando contextos de formação docente”, coordenado pela professora Maria Teresa Falcão.

De acordo com a UFPB, no cenário de enfrentamento à pandemia causada pelo novo coronavírus, a medida de distanciamento social implicou a suspensão de atividades nos diversos espaços educacionais frequentados por crianças, requerendo das famílias adaptações no cotidiano.

No material, as brincadeiras são apresentadas por categorias e textos descritivos. Nele, é possível encontrar jogos de adivinhação; atividades para colorir; cantigas populares; brincadeiras como esconde-esconde, passa chapéu, passarás, amarelinha, trem maluco; construção de brinquedos; contação de histórias com massinha de modelar; fantoches; desenhos; danças e atividades com movimento; jogos de tabuleiro; literatura infantil; raciocínio lógico; e teatro de bonecos.

 

Fonte: G1

O que fazer com crianças na quarentena: atividades lúdicas longe da TV e do celular

Páginas e perfis especializados ensinam criações com a mão na massa, com oficinas que estimulam ações no estilo ‘faça você mesmo’; veja lista

A pergunta é incontornável para quem tem filhos pequenos em casa: o que fazer para as crianças não se renderem apenas às televisões e aos celulares nestes tempos de quarentena provocada pelo coronavírus?

Ironicamente, as próprias TVs e celulares ajudam na resposta. No YouTube, canais especializados ensinam pais e filhos a colocarem a mão na massa em atividades lúdicas longe das telas. É a chance de aprender a fazer origamis, pulseiras, quadros, bonecos, entre outros. Tudo na onda do “faça você mesmo”. Abaixo, confira uma lista com atrações e ideias para não deixar os pequenos parados em casa.

Mostrando Como Se Faz

Por aqui, as criações são um pouco mais complexas. Em seu canal no YouTube, semanalmente, todas as segunda-feiras, Ana Rogéria ensina a produzir objetos com materiais que normalmente iriam para o lixo. Está aí uma boa maneira de ensinar adolescentes a reciclar determinados materiais, como caixinhas de iogurte (que podem virar bolsas) e tampinhas (que se transformam em porta-lápis).

 

 

Decorando e Reciclando

A página publica, semanalmente, vídeos com o passo a passo da elaboração de brinquedos e acessórios artesanais. A proposta é estimular a reciclagem de materiais que virariam lixo. Nesta semana, o perfil postou um manual com os detalhes de como produzir objetos para a diversão de crianças na quarentena.

 

 

Faber Castell

A marca de lápis coloridos Faber Castell liberou o acesso gratuito de todos os cursos on-line de sua plataforma, até 19 de abril. Ali, há diversas oficinas para estimular a criatividade, e não apenas de crianças, com aulas de desenho, lettering, narrativa, composição, desenvolvimento de personagens, entre outros. É possível fazer a inscrição aqui.

 

DinoMundi

Especializada em tecnologia para brinquedos, a DinoMundi entretém crianças de todas as idades com a plataforma on-line batizada de Colônia de Feras. O objetivo do projeto é oferecer atividades gratuitas (e em grupo), diariamente das 8h30 às 18h, inspiradas nos acampamentos de verão comuns nos Estados Unidos. A programação inclui tarefas tecnológicas e digitais, bem como trabalhos manuais que usam materiais como papel, tesoura e cola. É possível fazer a inscrição aqui.

 
Fonte: O Globo

Coronavírus: há riscos para grávidas, bebês e crianças?

Pesquisas mostram que esses grupos sofrem de Covid-19 de maneira leve – mas podem transmitir a doença tanto quanto adultos.

Na terça-feira (17), o número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil chegou à marca dos 291. A recomendação do Ministério da Saúde é o isolamento, principalmente para os grupos de risco – que abrangem idosos, diabéticos, asmáticos e hipertensos.

A surpresa, para muitos, é a falta de gestantes e crianças nessa lista. No caso de outras gripes, como a causada pelo vírus influenza, eles fazem parte da lista de pessoas cuja atenção deve ser redobrada. Qual é a diferença do SARS-Cov-2? As pesquisas sobre o tema ainda são escassas, mas há algumas hipóteses que podem nos aproximar de respostas mais certeiras.

 

Por enquanto, estudos mostram que não há riscos sérios para esses grupos. Para começo de conversa, deve-se lembrar que mulheres grávidas passam por diversas mudanças hormonais durante o primeiro trimestre de gestação. Isso pode enfraquecer o sistema imunológico, tornando-as suscetíveis a gripes e resfriados. Nesse período, os riscos de aborto espontâneo são maiores – ocorrem, aproximadamente, em 25% dos casos. Por isso é tão difícil relacionar a doença aos abortos no estágio inicial.

 

Um relatório da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, na China, acompanhou quatro grávidas que estavam próximas da hora do parto na cidade de Wuhan. As mães não apresentaram complicações. Os bebês não nasceram com sintomas da doença, como febre, tosse ou diarréia. Três deles foram submetidos ao teste de Covid-19, todos deram negativo – o quarto não foi testado pois os pais não autorizaram. Alguns dos bebês apresentaram erupções cutâneas, outro teve taquipnéia (respiração acelerada), mas recebeu um aparelho para ajudar na ventilação e melhorou após três dias.

Pat O’Brien, vice-presidente do Royal College of Obstetricians and Gynecologists, no Reino Unido, comentou em entrevista à New Scientist sobre outros estudos desenvolvidos acerca do tema. Ele explica que, em um relatório que envolveu 15 mulheres, não apareceram diferenças nos sintomas de grávidas e não grávidas. As gestantes tiveram boa recuperação sem precisarem recorrer a antivirais.

Também dá para ficar tranquilo quanto à amamentação. Um estudo da revista The Lancet mostra que o vírus não é transmitido pelo leite materno. Mas a recomendação é usar máscaras e estar com as mãos higienizadas no momento da amamentação. Amostras de líquido amniótico (que envolve o feto) e sangue do cordão umbilical também deram negativo para os testes de SARS-CoV-2.

Crianças

As crianças são menos suscetíveis a apresentar sinais graves da doença. Também há menos registros de pequenos infectados. Na China, por exemplo, apenas 1% dos pacientes tinha até 10 anos. A taxa de mortalidade foi zero.

Não se sabe dizer ao certo por que esses casos são menos graves, mas pesquisadores acreditam que possa ter relação com o desenvolvimento do sistema imunológico das crianças. No momento em que células imunes tentam atacar o vírus no pulmão, elas podem acabar bloqueando a captação de oxigênio do órgão. Essa é uma resposta imune chamada “tempestade de citocinas”, que pode ser fatal. Como a imunidade das crianças ainda está se desenvolvendo, pode ser que fiquem imunes contra essa resposta.

Outra hipótese é que os pequenos, diferentemente dos adultos, nunca foram expostos a outros coronavírus causadores de tosse e resfriado. Ou seja, não criaram anticorpos anteriores – que talvez, estejam até piorando os casos em adultos – por não serem compatíveis com o SARS-CoV-2. “Às vezes, anticorpos ​​podem ser mais prejudiciais do que benéficos” disse Wendy Barclay do Imperial College London à New Scientist. As crianças também apresentam recuperação rápida – de, no máximo, duas semanas.

Mas é importante lembrar que grávidas, bebês e crianças podem transmitir o vírus a outras pessoas, independente da forma que são afetadas pela doença. Por isso, o mais importante para conter a pandemia continua sendo o isolamento, além da higienização constante de mãos e objetos.

Fonte: https://super.abril.com.br/

Amamentação em gêmeos

👯‍♀️Vamos falar sobre aleitamento materno gemelar? ⠀

O momento ideal para todo bebê iniciar o aleitamento materno é logo após o nascimento (golden hour), inclusive os gêmeos. ⠀

E daí, surge uma curiosidade comum: há leite o suficiente para os gêmeos?⠀

A resposta é ✅SIM, claro! O corpo humano é fantástico e o motivo é o mesmo que já conhecemos: haverá produção suficiente para cada um dos bebês, à medida que houver estímulo, e isso acontece através da sucção dos bebês na mama.⠀

Como já falamos, 📌os seios não são estoque de leite, são produtores. Por isso que é importante que os bebês sejam amamentados em livre demanda.⠀

E há formas de coordenar as mamadas de dois ou mais bebês:⠀

– alternar as mamas em cada mamada, ou seja, o bebê que começou na mama direita em uma mamada, deverá mamar no esquerdo na próxima mamada;⠀
– amamentar simultaneamente, isto é, os 2 bebês mamam ao mesmo tempo, economizando tempo e permitindo satisfazer suas demandas imediatamente. ⠀

Quem nunca viveu essa situação, pode achar que seja uma tarefa quase impossível. Mas, nossa experiência diz que, depois de um período de aprendizagem, muitas mamães se surpreendem com sua extraordinária capacidade de adaptação. Isso pode durar alguns meses e é fundamental que haja uma rede de apoio e auxílio profissional.⠀

O fato é que há evidências de que a mulher produz mais leite quando amamenta simultaneamente 2 bebês.⠀

É natural que seja uma habilidade desenvolvida e que haja insegurança e dificuldades iniciais, como problemas com posicionamento da criança e algumas técnicas.

No caso de trigêmeos ou mais, recomendamos que busque consultoria em amamentação 🤱 para te orientar antes mesmo de iniciar o aleitamento materno.⠀ ⠀

Fonte: #centropediatriarj

Como preparar a criança e o adolescente para a volta às aulas?

Grande parte das escolas iniciam suas aulas na próxima semana de fevereiro. Por isso, é muito importante que pais e responsáveis por crianças e adolescentes tomem as medidas necessárias para readequar a rotina, ter atenção à saúde e garantir o bem-estar dos seus filhos dentro e fora da sala de aula.

Retomar o horário padrão de dormir é fundamental para valorizar as horas de sono, necessárias para auxiliar no bom rendimento escolar do estudante. A alimentação também requer adaptação aos horários da escola, bem como o lembrete da necessidade de beber água. A mochila utilizada também é um aspecto a ser observado, pois não deve ultrapassar 10% do peso do seu filho. O tamanho ideal do item é acima da cintura.

Saúde

No retorno ao ano letivo podem surgir sintomas que, até então, não tinham se manifestado, como queixas visuais, dor de cabeça e dificuldade para escutar. É preciso ter atenção a essas alterações, pois elas podem indicar problemas de visão ou audição. Aproveite para verificar se o cartão de vacinas da criança ou do adolescente está atualizado. Se houver vacinas em atraso, realize a imunização o mais rápido possível. Além de proteger seu filho, você contribui para a prevenção de doenças em outros estudantes.

Participação dos pais/responsáveis

A participação familiar também é um aspecto fundamental para o desenvolvimento, comportamento e aprendizagem do estudante.  Quando os pais/responsáveis e outros parentes se envolvem na rotina escolar da criança ou do adolescente, o seu desempenho melhora em todos os sentidos.

Sobre o lanche

Fuja dos salgados da cantina ou de produtos industrializados. O ideal é preparar você mesma o lanche dos pequenos. Ofereça um cardápio diversificado com, por exemplo, um sanduíche natural, um suco e uma fruta.

A lancheira térmica é a melhor opção para evitar que os alimentos estraguem devido ao calor e o suco (de preferência, natural) deve ser preparado pela manhã, antes da hora de ir à escola e guardado em uma garrafa térmica.

Dica: Limpe a lancheira diariamente com água e detergente neutro. Uma vez por semana, passe também um pouco de água sanitária.

 

Fontes: https://blog.tricae.com.br/ e https://www.sbp.com.br/

Gastroenterite nas crianças: causas, sintomas e tratamentos

A gastroenterite é uma das causas mais frequentes de diarreia nas crianças e que é necessário controlar, principalmente um dos seus sintomas: a desidratação. Quais são as causas, os sintomas e os tratamentos mais adequados para combater este problema?
A gastroenterite é uma infeção intestinal, que afeta o estômago (“gastro”) e o intestino (“entero”, que vem do grego). Inicialmente, manifesta-se através de perda de apetite e vómitos e, após 24 horas, também aparece diarreia. O problema mais grave da gastroenterite é a perda de líquidos e sais minerais expulsos nos vómitos.

Causas da gastroenterite

– É geralmente provocada por vírus, bactérias ou outros microrganismos que contaminam os alimentos e a água potável.

– Principalmente no verão, são frequentes os episódios de contaminação por salmonella, um microrganismo que se encontra, entre outros, no marisco proveniente de mares contaminados, nos alimentos cozinhados e deixados ao sol e nos alimentos congelados e descongelados mais que uma vez.

– Frequentemente, a carne pouco cozinhada dos hambúrgueres também se transforma num verdadeiro veículo de gérmenes.

– Por outro lado, e ainda que não sofram sintomas desta doença, aqueles que manipulam alimentos com as mãos sujas de pequenos restos de fezes, também podem estender o contágio com muita facilidade. Na verdade, são muitos aqueles que podem ser portadores saudáveis de gérmenes infeciosos transmitidos através das fezes.

– É extremamente fácil que as crianças tenham gastroenterite, já que esta é transmitida pelos alimentos contaminados, restos de fezes presentes nos brinquedos, pelas mãos dos companheiros de brincadeiras e inclusive pelas auxiliares dos infantários, que mudam dezenas de fraldas por dia.

Sintomas de gastroenterite: a desidratação

A desidratação é um dos principais sintomas de gastroenterite. Trata-se de uma perda de líquidos tão intensa que põe em perigo o equilíbrio hidrossalino do organismo, que atua em todos os intercâmbios entre células e sangue. O equilíbrio hidrossalino é particularmente vulnerável nos lactentes; já que o seu corpo é formado em grande parte por líquidos e, por razões complexas, também perdem estes líquidos com mais facilidade e velocidade do que os adultos.

Como tal, é importante reconhecer os sintomas da desidratação, que nunca é imediata e, portanto, pode ser tratada a tempo. Estes são os sintomas mais relevantes:

– Uma perda de peso entre 5-10% (acima de 10% a desidratação é grave).

– A fralda está seca por falta de produção de urina.

– Os lábios estão secos.

– A saliva é escassa.

– A criança tem olheiras.

– A criança está cansada e falta-lhe energia.

– Quando a pele da barriga é beliscada com os dedos, não volta à posição inicial.

Nestes casos, corre-se o risco de que o volume de sangue da criança diminua, até ao ponto de a tensão descer precipitadamente e os rins deixarem de funcionar. Um bebé de poucos meses pode desidratar-se em poucas horas, o que já não acontece em crianças entre os dois e os três anos.

Como reagir

Perante um episódio de desidratação é necessário administrar uma solução hidratante à criança ou oferecer-lhe água com uma pitada de sal dissolvida. Se a criança vomitar, a bebida deve ser administrada em colheradas: deste modo, a criança consegue reter a água no estômago mais facilmente. Se o bebé não consegue beber pelo sabor desagradável, pode dar-lhe apenas água.

Quando procurar o pediatra

É necessário ir imediatamente às urgências, se:

– Há sangue nas fezes.

– Apresenta um ou mais sintomas de desidratação, por exemplo, se a fralda permanece seca durante mais de 4 a 6 horas seguidas. Nas urgências, ser-lhe-ão administrados líquidos por via endovenosa. Enquanto isso, é necessário que beba o máximo possível de solução hidratante, de 5 em 5 ou 10 em 10 minutos. Se vomitar, é necessário dar-lhe a bebida à colher.

Deve telefonar ao pediatra quando:

– A criança tem menos de seis meses

– A criança vomita, tem febre ou parece cansada e perdeu o apetite.

– Tem a língua seca e urina pouco.

– A diarreia repete-se sem diminuir durante mais de dois dias.

– Como consequência dos vómitos, a criança não bebe e não consegue reter os líquidos ingeridos

 

Fonte: https://www.omeubebe.com/